Tempos modernos; sentimentos eternos

Postado em arte conceitual espirituosa caseiro-contemporânea em 21/11/2009 por fciffoni

F5, F5. Espero ansiosamente sua resposta, seu e-mail não chega. Mando uma mensagem no telefone, você responde o e-mail. Sempre lí que os namorados antigamente se correspondiam por cartas, esperavam meses pelas respostas. F5, F5 espero outro e-mail, leva uma eternidade para chegar. Anexo umas das fotos antigas, gosto delas. Deixo um “te amo” de surpresa por tesmonial, que seja. Seu e-mail chega, respondo. F5, F5 e assim a tarde vai passando.

Você não é virtual. Nossos beijos e carinhos por hora são. Não vejo a sua letra e nem sinto seu perfume mas a sua presença é constante, faz o mundo parar e girar mais rápido. Sempre quero te ver e conversar. Te sentir, te amar… mesmo que virtualmente.

caderno

hahaha, fraca seja o que for é fraca.

E se o mundo realmente acabar em 2012?

Postado em Já! em 16/11/2009 por fciffoni

E se o mundo realmente acabar em 2012?

Fui assistir ao tão falado 2012, quinta maior bilheteria na estréia. O filme é muito bom e tem efeitos especiais sensacionais, claro é um tanto quanto fantasioso (ficção né!) mas é muito boa a história do filme. Não tem como não pensar na hipótese do mundo acabar em 2012.

 

Eu seria formado a quase dois anos provavelmente teria feito algum parcelamento que nunca terminaria de pagar, estaria estudando coisas que nunca mais iria precisar. Poderia ter passado em algum outro concurso, poderia ser alguem mais importante ou ter me casado, tido filhos e todos morreriam. Poderia ter perdido a barriga ou engordado mais um pouco, feito uma tatuagem ou então comprado um carro novo. Poderia estar em uma nova casa ou arrumando a mesma é tanta coisa que deixaria de ser terminada é tão pouco tempo para o fim chegar. Se realmente o mundo acabar terei que viver muito mais para dizer que valeu a pena, terei que valorizar muito mais meus minutos e brigar muito menos para poder morrer em 2012 ou talvez eu pegue um avião, voe até a china e entre em alguma balsa gigante para 100mil pessoas com bilhetes a 1 bilhão de euros.

É a vida. Um post menos imbecil, mas não muito menos.

http://salsichadoscuritibanos.wordpress.com/2009/11/16/vina-em-outros-paes/

O Dono da Rua.

Postado em Da minha janela eu vejo em 10/11/2009 por fciffoni

Existe um homem em minha rua que não parece fazer nada. Sempre que eu vou ou venho lá está esse homem sentado em sua cadeira de bar na esquina. Talvez veja o movimento, talvez espere por um momento. Não sei se ele tem o que fazer, mas não sei se isso é não fazer nada, ele pode ser o próprio dono ou apenas um funcionário do dono. Esse homem sempre está lá, esperando sabe lá quem passar e torna a esperar. Sempre sem reclamar o homem na cadeira de bar. É um senhor bem falando, deve ter menos de 60 e mais de 50. Deve ter muito dinheiro ou não se importar nem um pouco com isso. Não deve nem saber que eu existo mas eu confirmo que ele estava lá, eu sou testemunha de que ele observa quase que paralizado o movimento. Ele é novo nesse lugar, surgiu faz algumas semanas e sentou lá. Acho que é dono daquele pedaço de calçada. Não mora alí e quando chove muda de lado e se abriga na marquise do prédio que é quase abandonado. Deve morar lá mesmo, não é um mendigo se fosse seria bem visto. O que me intriga é saber o que ele quer olhando todos os dias todos os carros, todos os rostos.
Quem é você que fica esprando algo acontecer? Quem é você que comanda tudo sem ninguém perceber?

Sozinho no escuro.

Postado em 1 em 09/11/2009 por fciffoni

Não preciso de receita para fazer a coisa bem feita.
Não tenho que ler para dizer.
Não necessito ouvir para rir.

Faça silêncio.

Faça barulho.

Está sozinho no escuro.
Está sozinho no escuro.

Ninguém precisa subir para saber o que tem do outro lado do muro.
Só preciso ouvir o que quero para saber aonde vou chegar, não necessito de berro para saber quando eu erro.

Batalhar e vencer o resto vai acontecer.

Wrrah. Flynk.

Calor e estou vivo (por enquanto)

Postado em Já!, Reclamar é preciso, viver não é preciso. em 05/11/2009 por fciffoni

O calor é insuportável a previsão do tempo é falha. Não aguento ficar parado nesse calor. Estudar é impossível, trabalhar também. Todos suam, todos fedem, todos querem água, todos consomem bebidinhas. Não fui feito para esse tipo de calor, ônibus lotado, pés inchados. Ninguém merece tanto calor. Quase abandonei esse blog, falo agora sobre nada praticamente. Tenho usado o Salsicha Dos Curitibanos tão somente e me ocupado com isso. Não fiz nada do que deveria fazer, mono e trabalhos. Muito cansativo. O trabalho me agrada o tempo passa quase que de forma rápida.

 

Chato é o calor, sempre me incomodou. Sempre. Eu acho. Bom é calor para quem gosta de calor, para quem não trabalha, não faz nada. Bom é calor para quem tá na piscina ou em casa. As músicas são sempre as mesmas e as danças também. Achei uma obra prima, mas era de um louco. Achei que fosse uma obra prima, era um esboço sobre a loucura. Achei que tinha encontrado a forma de se escrever, era uma forma de viver. Fiquei triste. Loucos, mendigos e vocês. Somos todos igualmente diferentes e todos se dizem únicamente especiais. Te enganaram, todos são iguais e querem carros novos, casas novas, coisas novas. Todos menos um.

 

Não eu.

 

O calor não dá vontade de viver. Vou me arrumar para sair, muito calor ainda por vir. Não tenho mais inspiração para fazer mais raps, poemas ou canção (rima com inspiração. Se flexionar, não). O estético e não o teórico é disso que são feitos os feitos. Fato.

 

Congela de tanto que derrete e aí sente na pele o que todos sentem todos os dias. Droga de calor que maltrata as palavras.

 

May, queira fazer o blog comigo.

 

Vamos vivendo enquanto o sol vai nos permitindo viver ou sei la se isso é mesmo viver.

www.salsichadoscuritibanos.wordpress.com o maior blog sobre cachorro quente de curitiba!

Mendigos de Prata e Doutores de Lata

Postado em arte conceitual espirituosa caseiro-contemporânea em 19/10/2009 por fciffoni

Numa noite dessas eu sonhava, um tranquilo e embriagado sonho. Sonhava que revisitava um extraterrestre, talvez fosse o último encontrado por aí não sei muito bem. No sonho ele andava normalmente, mas não parecia nada bem. E quem tá? Aí ele estava numa piscina, sem água. Sumiu. Veio um alce, fêmea, mas tinha chifres. Entrei no carro e fomos conversando, eu e ela que a esta altura falava e já parecia uma mulher. Nenhuma mulher. Conversamos, eu estava tranquilo e o alce-mulher muito mais. Tinha aquela boca enorme e mastigava tranquilamente qualquer coisa enquanto conversavamos. Olhei ao redor e muitos mendigos prateados nos cercavam, homens e mulheres. Andavam e paravam, eram muitos. Adoro mendigos, talvez para mim tenham um brilho próprio, talvez sejam realmente mais brilhantes do que vocês que são doutores com relógios brilhantes.

Acordei e tudo sumiu, havia sempre mais alguma coisa. Alchool estava presente, não é verdade. Sonhos não são verdadeiros são apenas o que não queremos ver quando não prestamos atenção.

Mal escrito para diabo. Ó Dó. faça um esforço ao menos.

Sem nexo.

Intervenções de crueldade e ficção

Postado em arte conceitual espirituosa caseiro-contemporânea em 06/10/2009 por fciffoni

hahaha, grande sucesso repito o verso. 2x

vou colocar mais trabalhos que fiz. é, to com tempo livre… vou ver se componho mais alguma música ou algo assim… hahahaha

então é isso.

 

geometrias

Geometrias. Madeira, digitalização, paint.

 

manual to manual to manual

manual to manual to manual foto digitalizada e paint.

 

 

cabeças do futuro

cabeças do futuro. eu e meus primos. meu aniversário. representa o que podemos ser ou somos.

 

não tenho tido muitas ideias, não sei. gosto e não dessas coisas. um pouco de piada ou muita e alguma coisa de qualidade, depende quem lê ou vê. Sempre depende, tem gente que gosta de achar tudo bom, outros tudo ruim.

 

é mais graça do que qualquer outra coisa. é de graça, viu como é fácil.

falta tempo, falta talento

Postado em arte conceitual espirituosa caseiro-contemporânea em 05/10/2009 por fciffoni

faz dias que eu não posto.

tenho até escrito alguma coisa,

mas de nada eu gosto.

vou colocar algumas imagens, não engraçadas. isso dá muita visibilidade.

 

não queremos isso, certo?

certo?

 

uma ardência nos olhos que não sentia a tempos, visto que este é o momento vamos colocar as imagens que eu falei.

a primeira imagem é uma foto 3×4 antiga, sou eu. desenhei no paint. ficou curiosa.3x4

gravura

já a segunda imagem é uma inovação, gravura digital. é uma gravura feita em madeira e eu não revelei ou o nome que se dá para isso e sim digitalizei e fiz alguns contornos no paint também. na gravura é jesus e algumas chaves inglesas. não está invertida, o crucifixo é ao contrário mesmo.

manhã de domingo

Postado em RARARAP em 26/09/2009 por fciffoni

a vida é igual aos meus acessos

altos e baixos e com pouco progresso

mas mesmo assim vamos tocando

se tem alguém levando

tem outro colocando

eu vo colocando e continuo rimando.

já to de saco cheio de não receber nem um e-mail

opa tá aí

manhã de domingo já veio.

mas a decepção não para por aqui.

dificil é saber que não tem nada para esconder

mesmo assim, não fala a verdade

e não  me deixa viver

saudade?

eu também tô

e nem por isso eu fico de caô.

você não sabe o que se fez

mas eu sei o que faltou

fala a verdade de uma vez

ou nem queira saber quem eu sou.

é, ele avisou…

o ídolo de barro… quebrou

já avisei para não mandar e-mails para a minha mãe, deixa agente tentar seguir a nossa vida. e se um dia pensar em falar comigo, só o faça se resolver ser honesto e assumir os seus erros.

Dor no coração

Postado em RARARAP em 26/09/2009 por fciffoni

Não inspiro e nem respiro

Sem você ao meu lado,

minha vida deu um giro

mas ainda estou acompanhado.

Mesmo tentando entender

não consigo mais viver

se for para ser assim

é bom que seja o fim.

Tá ficando bom o nosso velho som,

você não acredita em mim,

mas me liga mesmo assim.

O soco foi no estômago, mas a dor no coração.

Vou enxugar o rosto e tomar uma decisão

Pegar o telefone e te pedir perdão.

Todo dia isso,

pra mim é bem difícil

não consigo acreditar

mas eu sei que isso vai acabar.

O soco foi no estômago, mas a dor no coração.

Vou enxugar o rosto e tomar uma decisão

Pegar o telefone e te pedir perdão.

A culpa não é minha

sou eu quem tem razão

mas agora puxo a linha

e você diz palavrão.

Tudo vai valer a pena

se alma não for pequena

e se você aceitar o meu perdão.

sem condição, sem condição.

vai me xingar, to sentindo.

tudo bem, eu escuto e te xingo.